Comece aqui — Um título transforma promessa de pagamentos futuros em preço hoje. A trilha começa no básico, acrescenta controles de cálculo e negociação e termina separando curva, spread, opções e funding.
Renda fixa não significa preço fixo ou resultado certo. Cupons podem ser fixos, flutuantes ou indexados; valor reage a juros, crédito, liquidez e contrato. Crédito acrescenta a possibilidade de pagamentos mudarem ou falharem e recovery ser incerto.
Este mapa reconstrói conceitos públicos tradicionais. Não prescreve operações nem antecipa regras proprietárias do Método Emiciclo.
Nível 1 — Entender o título
Comece em Títulos de dívida e separe cotação e liquidação em Preço clean, dirty e juros corridos. Depois compare YTM, current yield e YTC sem tratar qualquer deles como retorno prometido. A curva de juros organiza prazos; normal, plana ou invertida é fotografia, não sinal automático.
Pergunta: quais fluxos, quando, em qual moeda e contra qual preço cheio?
Nível 2 — Entender o mercado
Emissão, leilão e secundário separa funding novo de negociações posteriores. Carry e roll-down atribui retorno sob curva constante, uma hipótese e não previsão. FRN e inflation-linked adiciona reset, índice, lag e basis.
Pergunta: como preço liquida e quais hipóteses convertem fluxos em retorno?
Nível 3 — Medir risco de juros
Duration aproxima sensibilidade, convexidade adiciona curvatura e DV01 traduz um basis point em dinheiro. Key-rate duration distribui o risco por nós e diferencia steepening, flattening e twist. Esses apoios já existentes continuam separados.
Pergunta: qual curva e nó se movem, o que fica fixo e em qual unidade?
Nível 4 — Crédito e opções
Spread e CS01 distingue distância à curva de sensibilidade monetária. Rating, default, recovery e LGD conecta opinião, PD, EAD e perda. Call, put e prepayment mostra quem pode mudar o calendário. Fluxos variáveis pedem duration efetiva, OAS e cenários.
Pergunta: qual parte do yield compensa crédito, liquidez ou opção e quem controla o resgate?
Nível 5 — Funding curto
Mercado monetário e repo segue caixa e collateral. Haircut, margem, settlement e rollover definem exposição. SOFR é benchmark amplo no método da New York Fed, não a taxa de cada negócio.
Pergunta: quem fornece caixa, qual collateral protege e o que ocorre se preço e funding mudam juntos?
Workflow único
Identifique emissão e documentos; mapeie fluxos e opções; concilie clean, juros, dirty e settlement; declare yield, curva e spread; meça duration, convexidade, DV01, KRD e CS01 por fator; simule curva, crédito, recovery e liquidez; inclua funding e custos; preserve dados, tempo, modelo e resíduo.
O processo não entrega veredicto automático. Ele cria perguntas verificáveis e impede que um único yield esconda riscos.
Fontes
- Investor.gov — Bonds or Fixed Income Products
- FINRA — Bonds
- Federal Reserve Board — H.15 Selected Interest Rates
- U.S. Treasury — Daily Treasury Par Yield Curve Rates
- Federal Reserve Bank of New York — SOFR
- Basel Committee — Basel III: Finalising post-crisis reforms